Mensagem de Natal

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Hoje surgiu a Luz para o mundo: o Senhor nasceu para nós!

Ele está no meio de nós. Reconhecê-Lo e anunciá-Lo é
iluminar a vida e alimentar a esperança, a alegria e a paz!

Após termos percorrido o caminho do Advento, durante o qual a nossa Fé e a nossa Esperança na Palavra Revelada em Jesus Cristo fizeram crescer em nós o amor a Deus e ao próximo, nosso coração explode de alegria e com toda a Igreja clamamos: Hoje surgiu a Luz para o mundo: o Senhor nasceu para nós! Ele está no meio de nós. Reconhecê-Lo e anunciá-Lo é iluminar a vida e alimentar a esperança, a alegria e a paz!

É bem verdade que de todos os lados nos chegam notícias desalentadoras: desemprego, violência, corrupção, intolerância... Não deixemos que a tristeza e o desânimo sufoquem a nossa alegria. No tempo do profeta Isaias acontecia a mesma coisa: ele via o povo abatido, sofrido e, em nome de Deus, dizia: “Fortaleçam as mãos cansadas...os corações desanimados sejam fortes! Não tenham medo! Vejam o Deus de vocês: Ele vem para salvar. ”

Em nossos dias, somos nós, os cristãos, que devemos ser profetas, anunciadores dessa alegria: Jesus já venceu todo o mal, Ele está vivo e caminha conosco. Sejamos testemunhas dessa verdade! “Não deixemos que nos roubem a alegria do Evangelho! Maria é aquela que sabe transformar um curral de animais em casa de Jesus, com uns pobres paninhos e uma montanha de ternura” (Papa Francisco – EG 286). Não coloquemos nossa felicidade e alegria no consumismo, no ter, mas no amor, na partilha, na fraternidade, no ser.

A singeleza do menino Jesus no presépio, de braços abertos para acolher a todos, nos transmite sentimentos de amor, perdão, reconciliação, partilha, humildade gerando a verdadeira Paz. Ele é o Príncipe da Paz.

Peço licença para entrar na casa de vocês, deter-me junto aos familiares doentes, idosos e deixar minha bênção com os votos de um Santo Natal e Feliz 2017.

Dom Manuel Parrado Carral

Diocese ordena mais um presbítero

No dia 10 de dezembro, sábado, às 9h30, na Catedral de São Miguel Arcanjo em celebração eucarística presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Manuel Parrado Carral foi ordenado presbítero o Diácono Rogério Arcanjo de Matos. Concelebraram Dom Fernando Legal, Dom José Maria Sarachio, Dom Emílio Pignoli, Dom Beni dos Santos e Dom Sérgio Colombo e 41 padres. Estiveram presentes os diáconos, seminaristas, religiosos e religiosas e grande número de fiéis vindos de várias comunidades.

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Em sua homilia Dom Manuel realçou o lema escolhido pelo ordenando: “Eu vim, ó Deus, para fazer a Tua Vontade”, este é o lema que o diácono Rogério escolheu para orientar e ser a norma do seu agir no ministério presbiteral. É um versículo do Salmo 40 que o autor da Carta aos Hebreus coloca nos lábios de Jesus em diálogo com o Pai (Hb 10,7). Essa Palavra nos dá a chave de leitura de todas as etapas da vida do Filho de Deus na terra: a infância, a vida oculta, as tentações, as escolhas, a atividade pública, até chegar à morte na cruz. Em cada instante, em todas as situações, Jesus buscou uma única coisa: estar em pleno acordo com a Vontade do Pai.

Instituto de Teologia

No dia 1º de dezembro, às 20h00, na Paróquia do Divino Espírito Santo, Dom Manuel Parrado Carral presidiu a Eucaristia, concelebrada por um grande número de padres, em ação de graças pela conclusão de curso de 35 alunos do Instituto de Teologia São Miguel.

Em sua homilia, Dom Manuel lembrou que os leigos buscam no Instituto de Teologia não somente aprofundar a sua fé mas um enriquecimento pessoal pelo aprimoramento da verdade da fé tendo como objetivo a evangelização do povo de Deus, honrando o lema do nosso Instituto: “Formar para melhor servir”.

Após a celebração eucarística procedeu-se a entrega dos certificados ocasião em que falou o representante dos alunos, o paraninfo da turma, Pe. Lício de Araújo Vale, que agradeceu a escolha e incentivou os alunos a continuarem aprofundando seus estudos teológicos para melhor servirem em suas comunidades.

A eclesiologia do Papa Francisco

PapaFrancisco AnsaNo último dia 26 de novembro, no espaço dos Irmãos Maristas de Itaquera, foi realizado um seminário com o título “Eclesiologia em propulsão – Papa Francisco, semeador da esperança”. O encontro teve início às 9h e se encerrou às 15 h. Contou com a presença de Dom Antônio Celso de Queiros, bispo emérito de Catanduva, Dom Angélico Sândalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau, Dom Manuel Parrado Carral, bispo diocesano de São Miguel Paulista e Pe. Manoel Godoy, da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Após a oração de abertura foi apresentada a pergunta a ser respondida pelos bispos presentes: “O que é ser bispo em propulsão do Papa Francisco?” Cada bispo teve 20 minutos para discorrer sobre a pergunta. Iniciando por Dom Manuel e em seqüência Dom Celso e Dom Angélico. Ao assessor, Pe. Manoel Godoy, coube desenvolver o tema: “Eclesiologia em propulsão – Papa Francisco, semeador da esperança”.

Clique aqui para ler na íntegra a alocução de Dom Manuel Parrado Carral.

Um Ano repleto de Misericórdia

Com a Bula de proclamação do Jubileu extraordinário da Misericórdia, “Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai”, o Papa Francisco convidou toda a Igreja, e cada cristão a reconhecer-se pecador e necessitado da misericórdia divina, abrindo o coração à esperança de ser amado para sempre, apesar da limitação dos nossos pecados.

A vivência do Ano da Misericórdia (8/12/2015-20/11/2016) marcado pela peregrinação e a passagem pela Porta Santa despertou em nossos corações sentimentos de louvor e de ação de graças a Deus por nos ter concedido este tempo favorável e rico em misericórdia. Passar pela Porta Santa significou entrar na intimidade de Jesus “Eu Sou a Porta” e descobrir a profundidade da misericórdia do Pai que vai pessoalmente ao encontro de cada um e acolhe a todos. Tendo atravessado a Porta Santa nos comprometemos a ficarmos parecidos com Jesus, misericordiosos como o Pai é Misericordioso.

Para ficarmos parecidos com Jesus devemos colocar em prática as Obras de Misericórdia Corporais: dar comida aos famintos, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, acolher o estrangeiro, assistir aos doentes, visitar os presos, sepultar os mortos e as Obras de Misericórdia Espirituais: dar bons conselhos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as injustiças, rezar a Deus pelos vivos e pelos defuntos. Agindo assim, como Jesus, passaremos pelo mundo fazendo o bem.

Tendo feito a experiência de passar pela Porta Santa e de sermos banhados na Misericórdia Divina, sejamos alegres anunciadores da Misericórdia de Deus: “Ide, pois, aprender o que significa: Misericórdia eu quero, não sacrifícios. De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores” (Mt 9,13). Quem se julga justo dispensa a misericórdia e o perdão de Deus e julga-se melhor que os outros, como Jesus nos ensinou na parábola do fariseu e do publicano que foram ao Templo rezar.

Que a celebração do Ano Jubilar da Misericórdia ajude a nossa diocese e cada cristão a reconhecer-se pecador e necessitado da misericórdia divina é o que pedimos ao Senhor. Confiemos à Virgem Maria, Mãe da Misericórdia, nossos bons propósitos no encerramento do Ano da Misericórdia “pedindo-lhe que nunca se canse de volver para nós os seus olhos misericordiosos e nos faça dignos de contemplar o rosto da misericórdia, seu Filho Jesus”.(MV 24). Amém.

Dom Manuel Parrado Carral

7º encontro diocesano de ministros extraordinários

No dia 20 de novembro, Solenidade de Cristo Rei e dia dedicado aos cristãos leigos, a Diocese de São Miguel Paulista reuniu seus ministros não ordenados na Basílica da Penha em seu 7º encontro diocesano.

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Saudando os participantes, Dom Manuel lembrou a importância do Ano Jubilar Extraordinário da Misericórdia que, apesar do fechamento da Porta Santa, é sempre o início de um novo tempo, pois, é tempo de vivenciar a misericórdia em nossos relacionamentos.

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Após refletir sobre a Palavra de Deus, lembrou a celebração do dia do cristão leigo citando o documento 105 da CNBB, nº 185 que afirma: “A partir de Jesus Cristo, os cristãos leigos e leigas infundem uma inspiração de fé e de amor nos ambientes e realidades em que vivem e trabalham. Em meio à missão, como sal, luz e fermento sempre cheia de tensões e conflitos, buscam testemunhar sua identidade cristã, como ramos na videira na comunidade de fé, oração e partilha.” No final foi entregue a cada participante o livreto contendo subsídios estudados pelos ministros de todas as paróquias durante o Ano Jubilar da Misericórdia.

Encerramento do Ano Santo Jubilar da Misericórdia

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Por motivo de ordem pastoral, o Bispo Diocesano encerrou o Ano Santo Jubilar da Misericórdia para a Diocese de São Miguel Paulista na Solenidade de Cristo Rei com celebração Eucarística na Catedral de São Miguel Arcanjo, e fechou oficialmente a Porta Santa. Mas, a verdadeira Porta que é Jesus Cristo, “Eu Sou a Porta”, continua de braços abertos para acolher a todos que recorrem à Sua Misericórdia.

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Em sua homilia, Dom Manuel destacou a solenidade de Cristo Rei como dia dedicado aos leigos e leigas que são chamados pelo Batismo a implantar o Reino de Deus no mundo por seu testemunho de vida, sendo fermento, sal e luz. Discorreu sobre as leituras do dia e lembrou que tendo feito a experiência de passar pela Porta Santa e de sermos banhados na misericórdia divina, sejamos alegres anunciadores da Misericórdia de Deus: “Ide, pois, aprender o que significa: Misericórdia eu quero, não sacrifícios. De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores” (Mt 9,13). Quem se julga justo dispensa a misericórdia e o perdão de Deus e julga-se melhor que os outros, como o fariseu.

Clique aqui para ler a homilia de Dom Manuel.