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| Subsídios Pastorais |
Motivando o 5º Plano Diocesano de Pastoral – IIntrodução Planejar é uma ação racional que possibilita olhar a realidade, avaliar os caminhos que se percorrem ou podem ser percorridos. Também ajuda a construir um referencial para o futuro buscando os meios que melhor possibilitem chegar ao objetivo proposto. Dá critérios para reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina. Ao elaborar um plano estamos cientes de existem objetivos a serem atingidos. Um plano será bom ou ruim dependendo das possibilidades de ação que ele apresenta em favor do objetivo proposto. Plano de Pastoral: O Plano de Pastoral é, entre muitos outros, um instrumento de trabalho que pode ser muito eficaz para alcançar os objetivos próprios da evangelização no serviço, no anúncio, no diálogo e no testemunho de comunhão. A evangelização não depende única e exclusivamente de um plano de ação, pois, pode e deve contar com outros meios que já usamos habitualmente. Assim o plano não vem para substituir nada, mas sim, para ser um subsídio à ação pastoral. O grande mérito de um plano de pastoral é ser um trabalho de mutirão para o qual concorrem a atenção, o serviço, o esforço, os dons e os talentos de cada participante de sua elaboração. Portanto, num plano de pastoral está embutida a esperança de que ele possa motivar uma ação comum que nos leve à comunhão no espírito de Jesus Ressuscitado. Busca da unidade: A busca da unidade é, e sempre será, para a comunidade cristã um mandato que traz o apelo de Jesus, “que todos sejam um”. A unidade nos leva a um caminho de comunhão de vida plena com o Cristo Jesus e com os irmãos e as irmãs. Por outro lado nós precisamos mostrar um rosto que identifique a ação da nossa Igreja. Há trabalhos sociais que muitas organizações e instituições prestam ao povo e que são muito benéficos. A ação da Igreja não concorre com elas, mas quer ser diferenciada. Qual é a ação da Igreja em nosso bairro? A voz da Igreja se faz ouvir? Como cidadãos e cidadãs cristãos, o que nos torna diferentes e nos motiva a agir? Deve caracterizar o diferencial da nossa ação a vida de unidade e de comunhão que o plano de pastoral alimenta nos propondo motivações e ações comuns. Assim podemos dar um rosto e uma identidade à nossa vida de Igreja. Trabalhos para a evangelização: Apresentando as pistas de ação o plano diocesano de pastoral nos ajuda a identificar os trabalhos mais importantes que podemos fazer juntos. Aponta o que é prioritário, urgente e necessário para que a nossa ação pastoral responda aos anseios do povo de Deus. A apresentação de pistas não quer limitar a nossa criatividade pastoral, mas, sim nos instigar e motivar a encontrar outras semelhantes que produzam os mesmos efeitos na evangelização. Critério para avaliação da caminhada: Por fim o plano de pastoral quer nos dar uma referência para a avaliação de nossa ação. Pastoral. Empolgados na execução não podemos deixar de avaliar a eficácia do que fazemos. A avaliação permite a retomada da ação já experimentada. A avaliação pode trazer e sempre traz novo ânimo e novos frutos para a comunidade. Vamos partilhar: 1. Qual é a importância de um plano de pastoral para a nossa Diocese? 2. As pistas de ação, apresentadas no 5º Plano Diocesano de Pastoral, nos motivam a trabalhar juntos? Por quê? 3. Em cada um dos ministérios, - Palavra, Liturgia e Caridade, qual é na sua opinião a ação mais necessária para a vida de comunhão e a pastoral de conjunto? Sugestão: Acompanhe no seu Setor e na sua Paróquia o desenvolvimento das atividades relacionadas ao 5º Plano Diocesano de Pastoral.
Subsídio Pastoral 03- Diocese de São Miguel Paulista – Junho de 2010
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